A produtora rural Maria José Borges da Silva, de Porto Velho, concluiu um ciclo de assistência técnica oferecido pelo Sistema FAPERON/SENAR e apresentou os resultados alcançados com sua produção. Durante o período de acompanhamento, a cafeicultora desenvolveu a marca própria "Chaleira Quente", consolidando o valor agregado ao seu produto.
Aprimoramento técnico e resultados
O suporte foi conduzido pelo técnico de campo Victor Kloos, sob supervisão de Luan Carlos Burg. As orientações concentraram-se na melhoria do manejo, gestão da lavoura, nutrição de plantas e estratégias de adubação. A propriedade conta com cerca de 3 mil plantas de café, utilizando clones como 08, 025 e AS2, além de sistema de fertirrigação.
Em fevereiro de 2026, a estimativa de colheita era de 100 sacas, sendo que a produção final atingiu 92 sacas em um hectare. Segundo a produtora, o suporte técnico foi fundamental para transformar a visão sobre o negócio, que antes se limitava à venda direta para cerealistas.
Expansão da atividade
Com o encerramento do ciclo atual, Maria José busca ingressar no programa Pós-ATeG para dar continuidade ao aprimoramento da atividade. Paralelamente, a produtora investe na expansão da lavoura com o plantio de um novo talhão em uma área vizinha, que contará com aproximadamente 3 mil mudas dos clones AS2, R22, 08, 025 e LB15.
A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do SENAR tem como objetivo fornecer suporte especializado para elevar a eficiência produtiva e a sustentabilidade econômica das propriedades rurais atendidas.